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Saúde » Gravidez

Tipos de parto existentes

É comum as mulheres terem dúvidas em relação ao tipo de parto que pretendem realizar. Saiba mais no Portal Mundo Mulheres.

mãe com bebê

Na fase final da gravidez geralmente a gestante é tomada por grande ansiedade, diante disso surgem às preocupações quanto ao parto, ansiedade e medo se misturam, até porque durante a gravidez, muitas histórias são contadas por aquelas que já passaram por essa experiência. O mais importante é ir para o parto tranquila e segura quanto ao método escolhido, por isso nada melhor que conversar abertamente com seu obstetra, pois decidir como seu bebê virá ao mundo nem sempre será tarefa sua. Existem vários tipos de parto, porém os mais conhecidos e frequentemente realizados são os partos normais e cesáreas, como informação nunca é demais, conheça os vários tipos de parto com suas vantagens e desvantagens para que possa estar segura quanto à melhor opção.

>> PARTO NORMAL: É o parto mais temido por muitas mulheres por acharem que possam sentir dor, porém hoje já existem diversas técnicas para aliviar a dor, como: anestesia peridural, episiotomia, que é aquele corte feito pelo médico no períneo para facilitar a saída do bebê quando o espaço for insuficiente, todas essas já são intervenções aceitas, assim como a indução de contrações por meio de soro.

O parto normal é o que mais se aproxima dos partos naturais, uma vez que o corpo se prepara para esse momento, por isso é a primeira indicação médica desde que não apresente riscos nem para a mãe, nem para o bebê. Ao chegar para internação o primeiro procedimento realizado será rotineiro, verificando temperatura, pressão arterial, frequência cardíaca e raspagem dos pelos pubianos, quando não feitos com antecedência.

É um parto via vaginal e o único risco que oferece, caso a mulher tenha se submetido a cirurgias anteriores, é a ruptura do útero durante o trabalho de parto. Quanto aos benefícios é o parto que apresenta menor rico quanto a infecções maternas, a recuperação é rápida e ainda menor incidência de problemas respiratórios nos bebês após o parto.

>> PARTO NATURAL: Como o próprio nome já diz é totalmente natural, o médico apenas acompanha o nascimento do bebê, respeitando o tempo e o ritmo tanto da mãe quanto do bebê. Para este parto é importante a gestante aprender técnicas respiratórias para ajudá-la durante o parto, deixando-a mais tranquila e segura, geralmente essas técnicas são ensinadas em curso para gestantes.

O parto natural é feito via vaginal e não apresenta nenhuma intervenção durante seu processo, porém é de suma importância ter uma equipe médica presente, caso ocorra algum imprevisto, o parto natural não é muito indicado as mulheres muito sensíveis a dor, pois não há analgesia. Podem optar pelo parto natural todas as mulheres que não apresentam riscos de gravidez. Sua desvantagem é a mesma apresentada no parto normal, tanto quanto seus benefícios, sendo a recuperação quase imediata.

>> PARTO NA ÁGUA: Este parto pode ser realizado em casa ou em hospitais especializados, pois há necessidade de uma banheira com água aquecida em temperatura entre 36º e 37º, a água deve cobrir toda a barriga da gestante que se encontra em trabalho de parto, para muitas mulheres a água aquecida proporciona alívio e conforto para este momento, porém é imprescindível a presença de uma equipe médica.

Este tipo de parto não é recomendado a mulheres diabéticas, hipertensas ou que tenham bebês grandes ou pequenos demais. Os riscos apresentados são os mesmos do parto normal, tendo como vantagens o alívio das dores, contrações e estresse, devido à temperatura da água que relaxa a musculatura, facilitando assim a saída do bebê. Sua recuperação é imediata.

>> PARTO DE CÓCORAS: Ao invés da posição ginecológica o parto é realizado com a mulher na posição cócoras, devido à gravidade torna-se um parto mais rápido, como não há compressão de vasos sanguíneos, dizem ser mais saudável tanto para mãe quanto para o bebê.

Toda mulher que apresentou uma gestação sem ricos podem optar por este tipo de parto, porém é imprescindível que o bebê esteja na posição de cabeça para baixo, seus riscos são o mesmos do parto normal, quanto aos benefícios, além da saída do bebê ser mais rápida, apresenta menos dor, pois devido a posição ocorre um alargamento natural da pélvis, a recuperação é imediata e se houver necessidade de uma episiotomia pode ser usado anestesia local.

>> PARTO CESÁREA: É o preferido das mulheres por ser um parto cirúrgico não há dor, porém deveria ser feito somente nos casos em que há pouca dilatação pélvica, gestante diabética, bebê em posição invertida ou desproporcional ao tamanho da pelve, ou seja, quando ofereça algum tipo de risco ou quando o trabalho de parto não se desenvolva normalmente.

Trata-se de um procedimento cirúrgico como qualquer outro, feito o parto via trans abdominal, por um corte acima dos pelos pubianos, é usado anestesia peridural ou ráqui ou ainda anestesia geral para quem precisa de intervenção imediata ou não podem receber a ráqui, cortam-se várias camadas para se chegar ao útero, porém a mãe não acompanha os cortes sendo posto a sua frente na altura do tórax uma tela, o bebê é retirado com o máximo cuidado, logo em seguida retira-se a placenta e o médico fecha o corte com pontos.

Como já citado este parto deveria ser recomendado em casos que oferecessem riscos de vida ou danos permanentes tanto para mãe quanto ao bebê, mulheres hipertensas ou com tumores benignos podem optar por este procedimento. Quanto aos riscos há uma maior ocorrência de infecções pós-parto, necessita de um maior tempo de internação, sua recuperação é dolorosa e podem ocorrer complicações com a cicatrização. Sua recuperação é lenta, necessitando de repouso, sem esforço físico por pelo menos trinta dias.

>> PARTO FÓRCEPS: O parto ocorre por via vaginal, ou seja, normal, porém é usado somente em casos de emergência, ou quando há sofrimento fetal, é utilizado o fórceps, um instrumento cirúrgico parecido com uma colher que é encaixada na cabeça do bebê para ajudá-lo a sair. Apresenta diversos riscos podendo machucar o períneo da mulher, provocar danos a bexiga e até mesmo ao ânus, o bebê pode sofrer lesões temporárias e permanentes na cabeça e no nervo facial.

Ainda há o parto humanizado feito por parteiras em residências, o parto Leboyer, pouco utilizado que visa técnicas para que o nascimento não seja tão agressivo ao bebê e o parto sem dor que vem se popularizando, em que o parto é feito com anestesia peridural ou ráqui, aliviando assim dores e contrações.

Independente de sua escolha todo parto deve ser orientado durante o pré-natal, via de regra, só há duas vias de parto, sendo vaginal e trans abdominal, nos partos vaginais o que muda é somente a forma como são conduzidos, ao optar pelo tipo de parto, escolha aquele que lhe traga mais segurança e apresente maiores benefícios tanto a você futura mamãe quanto ao seu bebê.

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Publicado por Josi
Revisado em 18/11/2010

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