Mulheres no mercado de trabalho

Elas já são maioria nas universidades e no mercado de trabalho, chefes de seus lares e de suas famílias. Confira nesse post, a relação entre as mulheres e o mercado de trabalho.

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As mulheres buscam espaço no mercado de trabalho há muito tempo, de acordo com as mudanças e exigências no mercado de trabalho, somos maioria quando se trata em ocupar cursos de qualificação e universidades.

Há muito para se conquistar, mas confira nesse post um pouco sobre a trajetória da mulher no mercado de trabalho e na sociedade como um todo.

Mulheres no mercado de trabalho na atualidade

Após as duas Guerras Mundiais que ocorreram entre (1914- 1918) e (1939-1945), as mulheres tiveram a necessidade de tomar frente dos negócios da família, já que os homens se encontravam nas frentes de batalhas das Guerras.

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Desde então, muita coisa mudou e a mulher passou a ter direitos profissionais e uma carreira que lhe fizesse reconhecida diante uma sociedade que ainda é dominada pelos homens.

Mesmo ganhando cerca de 24% menos que os homens (Segundo a Revista Exame, 2016) em boa parte das profissões o mercado já apresenta um grande crescimento de mulheres, que são profissionais dedicadas e ocupam diversos papéis como mãe, esposa e dona de casa, além de profissional bem sucedida.

Mulheres no mercado de trabalho profissões

Por uma questão cultural as profissões tipicamente femininas são escolhidas em sua maioria em áreas humanas.

Cursos como Pedagogia (que é liderado na escolha das mulheres) Direito, Administração, Enfermagem, Ciências Contábeis, Psicologia, Serviço Social, Gestão de Pessoas ou Recursos Humanos, Fisioterapia e Arquitetura e Urbanismo são cursos de graduação mais escolhidos por elas, segundo a revista Exame, 2016.

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As carreiras que seguem esses cursos de graduação se fazem com um grande desafio, já que a competitividade do mercado de trabalho formal se faz crescente cada vez mais em nossa sociedade, além do exercício de suas múltiplas funções que são exigidas, muitas vezes a maior luta da maioria das mulheres é o acúmulo de papéis, já que segundo último Censo do IBGE, as mulheres são responsáveis pela maioria do sustento dos lares brasileiros, sendo esses lares liderados por elas, ou mesmo a divisão de tarefas e responsabilidades por um companheiro(a).

Grandes avanços foram realizados mais ainda, há muito o que se conquistar principalmente na questão de visibilidade política e social.

Mulheres na liderança

A conquista de cargos de destaque ou liderança é algo novo em se tratando de História, já que a mulher foi reconhecida como cidadã a partir da década de 30. Mas, a influência masculina nessa esfera se torna presente por um bom tempo, somente a partir dos anos rebeldes na década de 60, que a mulher pode ter voz ativa sobre sua vida e seus direitos, e com a chegada da pílula anticoncepcional a mulher pode ter liberdade sobre seu corpo e a escolha sobre a maternidade.

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Diversas empresas ainda se tornam resistentes em ter cargos de alto nível ocupados por mulheres, mas essa realidade vem se transformando aos poucos, mostrando que a mulher tem grande capacidade de Liderança e principalmente que deve haver uma igualdade quando a questão é gerir pessoas de uma forma justa e eficiente.

Se faz presente a força da mulher em conquistar espaços que ainda são predominantemente masculinos, para que se note uma questão de igualdade em escolhas e principalmente o direito de viver em uma sociedade mais justa. Saiba mais sobre as mulheres no mercado de trabalho no vídeo a seguir:

Saiba mais sobre Mercado de Trabalho

Publicado por Veronica
Revisado em 03/09/2017

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Comentários

  • yrst

    22/04/17

    Desde entao, algumas leis passaram a beneficiar as mulheres. ficou estabelecido na constituicao de 32 que “sem distincao de sexo, a todo trabalho de igual valor correspondente salario igual; veda-se o trabalho feminino das 22 horas as 5 da manha; e proibido o trabalho da mulher gravida durante o periodo de quatro semanas antes do parto e quatro semanas depois; e proibido despedir mulher gravida pelo simples fato da gravidez”. mesmo com essa conquista, algumas formas de exploracao perduraram durante muito tempo. jornadas entre 14 e 18 horas e diferencas salariais acentuadas eram comuns. a justificativa desse ato estava centrada no fato de o homem trabalhar e sustentar a mulher. desse modo, nao havia necessidade de a mulher ganhar um salario equivalente ou superior ao do homem.
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